Do primeiro contato com o cliente até a aprovação na Vigilância Sanitária. Uma rota para entender o que levantar, o que decidir e quando avançar.
Use este material junto com a aula ou consulte a etapa que precisa resolver no seu projeto. Em cada etapa, observe o que precisa estar claro antes de seguir.
Antes de perguntar “o que você quer?”, descubra em que cenário esse cliente está entrando.
Uma leitura clara do cenário para saber quais perguntas e análises vêm depois.
Entenda o cenário do cliente →
O cliente conta a história. O arquiteto precisa transformar essa história em informação de projeto.
Nem toda informação precisa surgir de um interrogatório. Escute o cliente e aprofunde os pontos que mudam o projeto.
Agora cruzamos três camadas: o que o cliente quer, o que as normas exigem e o que o espaço precisa comportar.
Serviços, operação, experiência, capacidade e necessidades específicas.
Ambientes, apoios, relações, condições e requisitos ligados às atividades.
Área disponível, limitações físicas e possibilidade real de implantação.
Programa e escopo do projeto →
Ter um imóvel não significa que ele seja adequado para receber a clínica pretendida.
A análise de imóvel e a viabilidade podem existir antes da contratação do projeto completo.
A necessidade de aprovação não deve ser presumida. Ela precisa ser verificada conforme atividade e localidade.
Dispensa de aprovação não significa dispensa do atendimento às normas aplicáveis.
Entenda a aprovação sanitária →
Antes do preço, defina exatamente qual problema você está assumindo e o que será entregue.
O que existe, o que será adequado, o que será criado e quais etapas fazem parte da contratação.
Conheça os serviços possíveis →
m², hora técnica ou outro método só fazem sentido depois que você entende o projeto que está assumindo.
Escolha o método de cálculo que melhor representa a sua realidade e sustente o valor com critérios.
Agora a contratação consegue responder ao que foi descoberto nas etapas anteriores.
Organize escopo, entregas, etapas, investimento e condições de forma coerente com a demanda.
Aprenda a localizar a informação necessária e a relacioná-la com a atividade e o ambiente.
A RDC 50 convive com normas específicas, acessibilidade, regras locais e demais exigências aplicáveis.
Organiza o conhecimento técnico para facilitar a aplicação durante a rota.
Com a demanda e a contratação definidas, organize as informações que vão orientar o desenho.
Levantamento não é só medir parede. É reunir as informações que vão sustentar as decisões do projeto.
Dimensões, aberturas, instalações, condicionantes e situação existente.
Pessoas, procedimentos, equipamentos, rotinas, apoios e necessidades funcionais.
Aprofunde o briefing funcional →
Antes de começar a pensar a planta, entenda quem, o quê e como circula pela clínica.
Transformar o programa em relações funcionais antes de tomar decisões formais de layout.
Entenda os fluxos da clínica →
Agora sim a planta começa a responder às informações, fluxos e exigências levantadas.
Ambientes, dimensões, acessos, circulações, equipamentos, mobiliário e relações funcionais.
Consulte as normas aplicáveis para fundamentar decisões concretas do projeto e confira sua vigência e as exigências locais.
Transforme informações em layout →
Terminar o desenho não significa estar pronto para a próxima etapa.
O layout precisa estar aprovado antes de transformar as decisões em documentação para aprovação.
Um erro comum é seguir para design e executivo e deixar a aprovação sanitária para depois. Quando houver análise prévia, planeje a documentação e o protocolo antes de consolidar soluções que dependam dessa análise, respeitando o procedimento local e o escopo contratado.
Transforme as decisões validadas do projeto em documentação técnica para análise.
Pranchas e informações necessárias conforme o processo e as exigências aplicáveis.
Organize as informações funcionais e técnicas de forma coerente com o que está representado.
Organize a documentação técnica →
Enviar não encerra o trabalho. Começa uma nova fase da rota.
Registre protocolo, acompanhe movimentações e mantenha o cliente informado sobre o andamento.
Documentos, taxas, forma de envio e trâmite podem variar conforme a Vigilância Sanitária local.
Consulte a referência sobre análise de projetos →
Exigência não é o fim do projeto. É uma etapa do processo de análise.
Reenvie conforme o procedimento local, acompanhe a reanálise e mantenha o histórico organizado.
Conduzir o processo até a conclusão da análise e a aprovação do projeto.
Entenda os problemas na análise →
Você não percorreu apenas uma sequência de desenhos. Percorreu o processo de condução de um projeto de clínica.
Na ORBi, você organiza as informações da clínica, o programa de necessidades, o escopo e a precificação, e acompanha as etapas do projeto e da aprovação sanitária.
Use esta rota para entender o processo e conheça os recursos da plataforma para apoiar o trabalho no seu escritório.
Conhecer a ORBi →Quando surgir uma dúvida, não tente resolver o projeto inteiro de uma vez. Identifique em qual etapa você está, o que precisa estar claro e qual fonte deve consultar antes de avançar.